“NÃO DÊ SÓ O SUPERFLUO; DÊ SEU CORAÇÃO.” MADRE TERESA DE CALCUTA
A correção no agir não se mede somente pelo que não fazemos: não mentimos, não caluniamos, etc., mas pelo que fazemos de bem para as outras pessoas. E o bem mais fácil de fazer na vida cotidiana é ser delicado, sensível com aqueles que convivemos.
Somos delicados com as outras pessoas? Temos esta preocupação todos os dias? Delicadeza na atenção, nos gestos, no reagir. Temos perspicácia para perceber o que os outros estão sentindo e reagir considerando o sentimento, as limitações, os despreparo técnico de um subordinado, lembrando de que somos todos filhos de Deus?
É também caridade cotidiana, prestar atenção ao que as pessoas gostam ou não gostam de fazer, de ver na televisão, de comer, etc.
Como são nossas reações? Devemos evitar aqueles modos que sabemos que incomodam os outros mesmo que pareçam ingênuos ou inofencivos como dedilhar uma música numa mesa com os dedos ou repetir um bordão chato, fazer barulhos que incomodam, usar o que não nos pertence, abusar da paciência e fingir que não entendemos quando estamos cansando, etc. Pelo mesmo motivo não falamos palavrão em hipótese alguma, não zombamos dos outros nem para fazer "gracinha".
Outra importante forma de caridade cotidiana é perdoar. Não levar a sério alguma resposta mais brusca, uma desatenção involuntária, etc. Quem muito ama muito perdoa.
Veja também: Como o cristão entende as boas maneiras?
03/08/2009
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