24/05/2009

Juventude

Os jovens não estão no mundo só para experimentar prazeres de consumo. Devem aprender o que é certo e errado. É preciso formar a consciência para tomar as suas próprias decisões com base naquilo que sabe até aqui e continuar se formando. Não mais por "condicionamentos" da educação que repreende mas por opção consciente do que se deve fazer. Assim o jovem deve saber a importância de se comportar como se deve e quais as conseqüências de seus atos.

Pontos Práticos

  1. Controlar-se em sentimentos e ações para considerá-las, e o que as provoca conforme a sua própria consciência. Isto desenvolve não só uma experiência consolidada e sólida, mas o crescimento a partir da própria experiência. Ao invés de seguir obtusa ou alienadamente às sequência de propostas da vida cotidiana. Você pode não estar com vontade de fazer tal coisa, mas pode vir a fazê-la por que é o certo e a vida lhe responderá por isso de outra maneira.
  2. Saber ouvir e discernir sobre o que lhe dizem os seus pais, professores e superiores. Você tem o direito de arriscar, errar, mas que seja por seus próprios pés e não por impulso, voluntarismo ou condicionamentos de consumo. Isolar-se na sua "verdade" ou razão o aliena e o afasta de si mesmo ao criar um mundo de broncas, ou que tem que ser do seu jeito, ou onde ninguém o entende, etc. Interagir e defender-se da invasão de privacidade, do bloqueio de aspirações legítimas requer ação e não isolamento. Fale, conteste mas tenha um bom currículo de boas razões de porque os seus pais ou superiores lhe devem atender, concordar, autorizar o que você quer.
  3. Pelo seu trabalho e comportamento cotidiano o jovem constrói a realidade à sua volta. Isso vai dizer aos outros como você será como adulto e quanto as pessoas podem confiar em você. Por isso não negligencia atos da vida cotidiana como o cumprimento de suas obrigações escolares, sociais, a atenção que dá aos demais etc.
  4. Cuidado com os sentimento de importância, superioridade, inteligência, força, etc. Na formação há uma sensação de "poder" mas que não deve obscurecer o que é o certo fazer.

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